Sinalização digital para cabeleireiro e instituto de beleza
Serviços e preços exibidos com clareza, destaque para os produtos, tempo de pausa ocupado. Um ecrã que faz o trabalho do catálogo em papel, mantendo-se sempre atualizado.
Os preços: a obrigação que se torna uma montra
Um salão tem de mostrar os seus preços de forma legível, dentro e fora do estabelecimento. Esta obrigação traduz-se muitas vezes numa placa plastificada já ilegível, ou numa lista impressa que já ninguém se atreve a substituir porque seria preciso refazer tudo por três linhas.
Uma sinalização digital inverte a exigência: a tabela de preços torna-se um suporte de venda. Pode estruturá-la por serviço, destacar as novidades, mostrar os pacotes, e corrigir um preço em trinta segundos sem reimprimir. Um aumento de preços que exigia uma visita à tipografia repercute-se agora em todo o lado no próprio dia.
Um conselho de legibilidade: não tente mostrar tudo de uma vez. Uma tabela de trinta linhas em letras pequenas não se lê. Divida-a em ecrãs sucessivos — corte, cor, tratamentos, pacotes — de seis a oito linhas cada, em rotação lenta.
O tempo de pausa, um tempo de atenção cativo
É a particularidade do setor: o seu cliente fica sentado vinte a quarenta minutos, muitas vezes sem nada para fazer, com o olhar disponível. Poucos comércios de proximidade oferecem uma duração de atenção assim.
É o momento de mostrar o que uma montra não mostra: os trabalhos do salão, os produtos que revende e cujo preço ninguém pergunta, os tratamentos complementares, o cartão de fidelidade, a indicação de amigos. É também um bom local para recrutar — o setor tem dificuldade em contratar, e os seus clientes conhecem gente da profissão.
Montra e material
Na montra, a exigência é a de qualquer comércio de rua: uma TV de consumo, entre 300 e 400 cd/m², torna-se ilegível atrás de um vidro exposto ao sol. Um ecrã de montra escolhe-se a partir de 1500 cd/m². O formato retrato adapta-se bem: acompanha a largura disponível e permite mostrar um trabalho em plena altura.
No interior, uma TV de consumo chega, desde que se verifique o período de funcionamento: um salão aberto das 9 h às 19 h faz funcionar o ecrã dez horas por dia, além do uso doméstico previsto pela garantia. O planeamento permite desligar a sinalização ao fecho, o que limita o desgaste.
Questions fréquentes
É possível mostrar a tabela de preços num ecrã?
Sim, e é o uso mais comum do setor. A vantagem sobre uma placa impressa é dupla: a atualização demora segundos, e pode dividir a tabela em vários ecrãs sucessivos de seis a oito linhas, muito mais legíveis do que uma lista de trinta linhas.
O que transmitir durante o tempo de pausa?
Os seus trabalhos, os produtos que revende, os tratamentos complementares, o cartão de fidelidade e a indicação de amigos. É um tempo de atenção longo e cativo, raro no comércio de proximidade — e o melhor momento para mostrar o que a montra não mostra.
É preciso som no ecrã de um salão?
Não, na grande maioria dos casos: a música ambiente e os secadores cobrem tudo, e um ecrã sonoro torna-se rapidamente incómodo para a equipa que o ouve o dia todo. Preveja conteúdos compreensíveis sem som.
Quanto custa a sinalização para um salão?
Um salão independente funciona com um a dois ecrãs: a montra e a área de corte. Três ecrãs são gratuitos com a oferta Free, com as funções da oferta Premium — surge um selo « Powered by Smart-Signage » ao fim de 30 dias. Além disso, conte com 9 €+IVA por ecrã e por mês, ou 99 €+IVA por ano, sem fidelização. Os tablets de sala, os controlos remotos e as etiquetas e-paper enquadram-se na licença Lite, a 5 €+IVA por aparelho e por mês. A partir de 50 aparelhos do mesmo tipo, um desconto passa a ser negociável.